"Estou confiante de que eu estou esquecendo você. Tanto que, em algumas manhãs eu acordo com um sorriso no meu rosto e minhas mãos pressionadas, juntas, agradecendo ao universo por ter te puxado para fora de mim. "Graças a Deus", eu choro. "Graças a Deus", você me deixou. Eu não seria o império que sou hoje se você tivesse ficado.
Mas então.
Há algumas noites que eu imagino o que eu faria se você aparecesse. Como se você entrasse na sala neste exato segundo e cada coisa terrível que você já fez fosse atirada para fora da janela mais próxima e todo o amor surgisse novamente. Ele se derramaria através dos meus olhos como se nunca tivesse deixado de estar em primeiro lugar. Como se tivesse praticado como ficar em silêncio por tanto tempo sozinho, que assim pudesse ser barulhento na sua chegada. Alguém pode explicar isso? Como mesmo o amor indo, ele não vai? Como, mesmo eu tendo superado você, eu me sinto tão impotente, a ponto de te trazer de volta?"
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